A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) caminha para uma significativa renovação em suas cadeiras nas próximas eleições. Até o momento, sete parlamentares já anunciaram que não buscarão a reeleição, o que abre um leque de oportunidades para novos representantes e pode reconfigurar o cenário político do estado. Essa debandada inicial sugere que a renovação do quadro de deputados pode facilmente atingir a marca de 30%, um número expressivo que reflete mudanças de ciclo e novas aspirações políticas.
A lista daqueles que não tentarão permanecer na Alesc em 2026 inclui nomes que já tiveram passagens longas pela Casa e que agora optam por outros caminhos. Alguns anunciaram formalmente a aposentadoria da vida legislativa estadual, enquanto outros planejam concorrer a cargos em outras esferas do poder, como prefeituras, câmaras municipais ou até mesmo a esfera federal. Essa decisão de não concorrer à reeleição por parte de sete deputados já impacta o planejamento estratégico dos partidos e a articulação de novas candidaturas.
O cenário atual na Alesc indica que a próxima legislatura poderá ter um perfil bastante distinto da atual. A saída de parlamentares experientes, que muitas vezes detêm posições estratégicas em comissões e na liderança de blocos partidários, pode criar um vácuo de poder e exigir uma nova dinâmica de negociações e alianças. A composição final da Assembleia dependerá, naturalmente, do resultado das urnas e da capacidade dos novos postulantes em conquistar a confiança do eleitorado catarinense.
A movimentação dos sete deputados que não disputarão a reeleição é um reflexo direto do jogo político estadual, que já se intensifica com vistas às próximas eleições. A definição sobre quem ocupará essas cadeiras que ficarão vagas promete ser um dos pontos centrais da disputa eleitoral em Santa Catarina, influenciando debates, propostas e a própria representatividade do estado no cenário nacional.