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O deputado Marcos da Rosa (União), propositor do debate, afirmou que pesquisas apontam avanços nos locais onde o modelo é adotado, como aumento dos índices de aprendizado, redução da evasão escolar e diminuição de diferentes formas de violência no ambiente escolar. Ele destacou ainda que há demanda da comunidade local e interesse do município em aderir à proposta, além da experiência acumulada pelo governo estadual, que já mantém unidades cívico-militares.

Durante o encontro, uma comissão responsável por estudos de viabilidade apresentou o Colégio Frederico Fendrich, no bairro Serra Alta, como o local mais adequado para receber o modelo. Segundo o presidente da comissão, Maurício Maia, o bairro reúne as condições para a implantação por ser o mais populoso e também o mais vulnerável do município.

A proposta recebeu apoio de moradores, entre eles Priscila Maia de Souza, mãe de um estudante da rede pública. Ela relatou que considera o modelo uma alternativa para ampliar segurança e disciplina no ambiente escolar.

O debate também abordou a expansão das escolas cívico-militares em Santa Catarina nos últimos anos. Após o encerramento do programa nacional em 2023, diversos municípios optaram por manter ou criar iniciativas próprias, em parceria com prefeituras, Polícia Militar ou governo estadual. O estado conta atualmente com 18 unidades em funcionamento nesse formato.