O debate promovido pela Acaert em Florianópolis, que reuniu candidatos ao governo de Santa Catarina, encerrou-se com considerações finais marcadas por críticas à "velha política", à gestão da saúde estadual e à ausência de um planejamento de longo prazo.
Ralf Zimmer, um dos postulantes, utilizou seu tempo para defender uma "virada de chave" na política catarinense, clamando por uma nova geração no comando do estado. Ele enfatizou a necessidade de priorizar a duplicação de rodovias federais e assegurou que não dependerá do governo federal para iniciar obras consideradas essenciais.
João Rodrigues focou em sua trajetória como prefeito de Chapecó e voltou a criticar a situação da saúde em Santa Catarina, lamentando a existência de uma fila com 116 mil pessoas aguardando cirurgias de média e alta complexidade. O candidato também prestou homenagens a ex-governadores, ressaltando a importância de olhar para o futuro.
Gelson Merisio iniciou sua participação solidarizando-se com as vítimas das recentes enchentes que assolaram o sul do estado. Posteriormente, criticou a administração estadual, classificando-a como baseada em "improvisos" e "convênios distribuídos aleatoriamente", e defendeu a criação de um projeto de estado com visão de longo prazo para preservar a competitividade catarinense.
O governador Jorginho Mello foi ausente do debate, tendo informado à Acaert que precisaria reassumir suas funções devido aos impactos dos temporais que atingiram Santa Catarina. A ausência do atual chefe do executivo foi lamentada por alguns candidatos, que indicaram a possibilidade de outros temas importantes serem abordados em um futuro encontro.



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