Moradora de Chapecó, no Oeste catarinense, teve a vida completamente transformada após dificuldade no diagnóstico de doença rara que a deixou cadeirante

O que começou como uma pequena mancha na visão, no fim de 2023, rapidamente se transformou em uma jornada longa, dolorosa e cheia de incertezas na vida da catarinense Idiamara Ferreira de Castro Alves, de 37 anos.

“Eu enxergava tudo normal ao redor, mas no centro tinha uma mancha preta”, relembra a moradora de Chapecó, no Oeste catarinense, antes de ser diagnosticada com doença rara.