Às vésperas do segundo turno das eleições, dirigente da Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas relata pressões de patrões para influenciar o voto e incentiva denúncias
“Eu trabalhava numa residência. E a empregadora gritava comigo (para votar em um candidato)”. O relato da trabalhadora doméstica Leandra Lacerda, de 52 anos, expõe uma das formas de violência que podem ocorrer longe dos olhos do público: o assédio eleitoral dentro das casas onde essas profissionais trabalham.
Moradora de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, Leandra afirma que enfrentou pressões de empregadores para votar em determinados candidatos em diferentes períodos eleitorais. Hoje, como secretária de comunicação da Fenatrad (Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas), ela busca incentivar outras profissionais a denunciar violações de direitos.



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