O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou de atos de campanha em Joinville e Chapecó neste sábado (19). Programação ocorreu no mesmo dia em que o atual presidente Lula (PT) cumpriu agenda em Florianópolis.

Em Santa Catarina, Flávio esteve ao lado do governador licenciado e candidato à reeleição, Jorginho Mello (PL), além de candidatos ao Senado, prefeitos, parlamentares e outras lideranças políticas.

O primeiro evento ocorreu pela manhã, no Centro de Convenções e Exposições Expoville, em Joinville. Segundo relatos divulgados após o ato, cerca de 80 prefeitos participaram da mobilização, que também contou com o candidato a vice-governador Adriano Silva (Novo) e os candidatos ao Senado Carlos Bolsonaro (PL) e Carol De Toni (PL).

Durante o discurso, Jorginho Mello defendeu uma relação mais próxima entre Santa Catarina e o Governo Federal. “Santa Catarina é um estado de gente que trabalha, que faz o dever de casa e precisa ser respeitado. Nós queremos ir mais longe. Você é a nossa grande esperança”, afirmou Jorginho.

Em outro momento, ao declarar apoio ao filho 01 de Bolsonaro, disse: “Você será nosso presidente, porque é seu destino”.

Flávio Bolsonaro apresentou propostas para as áreas de economia e segurança pública. Entre as medidas citadas pelo candidato estão a redução da carga tributária sobre a folha de pagamento e o endurecimento das ações contra a criminalidade.

“Comigo não vai ter ladrão de celular solto. Vai ser preso e vai ter que trabalhar, a exemplo da gestão do Jorginho Mello”, declarou.

Durante o ato, Flávio Bolsonaro classificou a atual gestão do presidente Lula (PT) como “analógica” e “arcaica” e defendeu redução de impostos, corte de despesas públicas e medidas para estimular a atividade econômica.

À tarde, a agenda da campanha seguiu para Chapecó, onde Flávio participou de outro ato no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. O encontro reuniu novamente Jorginho Mello, Adriano Silva, Carlos Bolsonaro, Carol De Toni e lideranças políticas.

Flávio reafirmou que pretende manter uma relação próxima com Santa Catarina caso seja eleito e defendeu que o Estado poderá ser utilizado como referência em seu projeto de governo.