Professores da Educação Especial que atuam na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental participaram, nos dias 23 e 24 de junho, de mais uma etapa da Formação Continuada e Permanente promovida pela Secretaria Municipal da Educação de Lages. A iniciativa reuniu educadores na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) para oficinas que integraram teoria e prática com foco no fortalecimento da inclusão escolar.
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Entrar no canal Oficinas abordaram desafios da Educação Especial A programação foi organizada pelo Departamento de Educação Básica e Modalidades da Educação, em parceria com o Núcleo da Educação Especial. As atividades foram estruturadas em oficinas temáticas voltadas às principais demandas encontradas no cotidiano das escolas municipais.
Entre os temas trabalhados estiveram o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), dislexia, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno Opositor Desafiador (TOD), deficiência intelectual e estratégias voltadas à promoção da inclusão e do acolhimento no ambiente escolar.
Segundo o secretário municipal da Educação, professor Dr. Cristian de Oliveira, o investimento na formação dos profissionais reforça o compromisso da rede municipal com uma educação cada vez mais inclusiva.
“Todas as crianças, sem exceção, possuem o direito de estar e conviver no ambiente escolar. Isto é fundamental para o seu desenvolvimento. O trabalho realizado pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE) demonstra o comprometimento da gestão da prefeita Carmen Zanotto para que nossas unidades de ensino se tornem cada vez mais inclusivas”, destaca o secretário.
A professora Luciane Cristina Correia, formadora e responsável por salas de AEE nas escolas Professor Eduardo Pedro Amaral e Frei Bernardino, ressaltou a receptividade dos participantes durante as atividades.
“Como atuamos na sala de aula, sabemos das dificuldades e dos desafios. Os professores têm aceitado o que transmitimos aqui para o dia a dia das crianças e estudantes”, afirma.
Quem também aprovou a iniciativa foi o professor Lenilson Maia. Para ele, a formação continuada contribui diretamente para o desenvolvimento do trabalho pedagógico.
“As oficinas foram bastante positivas. É importante que o professor tenha esta formação. Os estudantes têm níveis de desenvolvimento diferentes, então temos que acompanhar e respeitar o nível de cada criança e estudante”, observa.
A formação continuada dos profissionais da Educação Especial contribui para que as escolas municipais estejam cada vez mais preparadas para atender estudantes com diferentes necessidades. Na prática, isso fortalece a inclusão escolar, amplia o acolhimento e favorece o desenvolvimento das crianças e estudantes da rede pública de ensino.
