A greve deflagrada em Florianópolis segue interrompendo serviços nesta quinta-feira (7). Os setores afetados são os da educação e da saúde.
O movimento foi deflagrado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrasem) após a categoria rejeitar a proposta apresentada pelo Executivo para a pauta de reivindicações da data-base.
A prefeitura apontou um aumento na adesão à greve nesta quinta. Em especial, mais profissionais das Escolas Básicas Municipais (EBMs) e dos Núcleos de Educação Infantil Municipais (NEIMs) aderiram ao movimento.
Ao todo, 10,89% dos profissionais da saúde aderiram à paralisação nesta quinta, segundo a prefeitura. Confira abaixo a lista completa. Procurado pela reportagem da CBN Floripa, o Sintrasem não retornou até o fechamento da matéria. O espaço segue aberto.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) determinou, na última quinta-feira (30), a ilegalidade da greve dos servidores municipais de Florianópolis, iniciada pelo Sintrasem.
A decisão determina um prazo de 24 horas para o restabelecimento dos serviços públicos afetados pela paralisação.
Cerca de 150 servidores municipais da educação foram exonerados em Florianópolis. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município na quarta-feira (6). A demissão foi tomada por “ausência injustificada” dos servidores, segundo a prefeitura
Núcleo de Educação Infantil Municipal (NEIMs)
Antes de sair de casa, pacientes devem procurar o Alô Saúde Floripa para tirar dúvidas sobre o funcionamento do serviços e também solucionar o que for possível de forma remota, pelo 0800 333 3233.
