O custo de vida ficou 0,79% mais caro em Florianópolis e um setor é o grande responsável por alavancar esse valor: a Educação. É o que indica o Índice de Custo de Vida, divulgado nesta semana.
O levantamento indica a variação de preços em Florianópolis e é calculado desde 1968 pelo Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).
No último mês, o setor da Educação registrou um aumento de 5,36% — movimento típico do início do ano letivo. O subgrupo que mais registrou crescimento foi o de cursos regulares (8,61%).
A alta de 0,79% representa aceleração tanto na comparação com janeiro deste ano, quando o índice foi de 0,42%, quanto em relação a fevereiro de 2025, que havia registrado 0,62%. No acumulado de 2026, o custo de vida já soma 1,21%. Já o acumulado dos últimos 12 meses soma 4,54%.
O grupo Alimentação e Bebidas registrou aumento de 0,48%. O feijão preto (6,17%), o milho de pipoca (6,60%) e a costela bovina (4,97%) estão entre os itens que mais subiram no mês.
O grupo Transportes subiu 0,81% em fevereiro. A principal influência veio do transporte público (1,80%), especialmente das passagens aéreas,
Habitação também pressionou o orçamento das famílias, com alta de 0,99%. Já o grupo Artigos de Residência teve elevação de 1,64%.
