Equipes realizaram rondas e fiscalizações em seis municípios; segundo a instituição, período de votação transcorreu dentro da normalidade
A Polícia Civil de Santa Catarina encerrou a atuação durante o período de votação deste domingo, 4 de outubro, sem registro de conduções às unidades policiais por crimes eleitorais em Brusque, Nova Trento, Guabiruba, Botuverá, São João Batista e Major Gercino.
O balanço divulgado pela instituição informa que as equipes permaneceram mobilizadas ao longo do dia, realizando rondas, fiscalizações e acompanhando a movimentação nos locais de votação e em seus arredores. O trabalho foi realizado em apoio à Justiça Eleitoral.
Segundo a Polícia Civil, o período de votação transcorreu dentro da normalidade nos seis municípios, sem intercorrências de maior relevância relacionadas à atuação da instituição.
Na abertura do pleito, o delegado Fernando de Farias, titular da Diretoria de Investigação Criminal (DIC) de Brusque, conversou com a reportagem da Rádio Diplomata sobre o trabalho policial previsto para o domingo.
Na entrevista, ele explicou que as equipes já estavam nas ruas desde as primeiras horas do dia, atuando na fiscalização e no apoio à Justiça Eleitoral. O delegado também informou que, durante a noite e a madrugada, não haviam sido registradas ocorrências de crimes eleitorais nem chegado denúncias ao conhecimento da equipe.
“Até o presente momento, tudo corre dentro da mais pura normalidade”, afirmou Fernando de Farias naquele momento.
O balanço divulgado após o encerramento da votação confirmou a manutenção desse cenário ao longo do dia, dentro do âmbito de atuação da Polícia Civil. As equipes acompanharam os locais de votação e seus arredores sem que houvesse conduções às unidades policiais por crimes eleitorais.
A mobilização policial abrangeu Brusque e outros cinco municípios da região. Durante o período de votação, os agentes realizaram rondas e fiscalizações, acompanhando a circulação de pessoas nas áreas próximas às seções eleitorais.
A presença das equipes integrou o trabalho de apoio à Justiça Eleitoral, com acompanhamento da movimentação e disponibilidade para atender situações que exigissem intervenção policial.
Na atualização encaminhada ao fim dos trabalhos, a instituição destacou que não houve intercorrências de maior relevância relacionadas à sua atuação. O balanço trata especificamente do período de votação e do trabalho da Polícia Civil nos municípios informados.
Delegado esclareceu possibilidade de prisão em flagrante
Durante a entrevista à Diplomata, Fernando de Farias também foi questionado sobre as restrições a prisões no período eleitoral. O delegado explicou que essas restrições não impedem a prisão de uma pessoa flagrada cometendo um crime.
“Se a pessoa for pega em flagrante cometendo algum crime eleitoral hoje, ou qualquer outro tipo de crime, ela vai ser presa, vai ser autuada”, afirmou.
A orientação foi apresentada na abertura do pleito para esclarecer que as regras do período eleitoral não representam uma proibição geral à atuação policial diante de uma situação de flagrante.
Ao final da votação, porém, a Polícia Civil informou que não houve conduções por crimes eleitorais nas seis cidades abrangidas pelo balanço.
Fernando de Farias também destacou, na entrevista, os canais disponíveis para que a população encaminhe informações à Polícia Civil. Entre as opções mencionadas estão as plataformas acessíveis pelo site da instituição, destinadas ao registro de boletins de ocorrência e ao envio de denúncias, conforme o serviço oferecido.
“Qualquer pessoa pode entrar ali e formalizar um boletim de ocorrência ou até mesmo formalizar uma denúncia através do site. Essas denúncias chegam imediatamente para nós”, explicou.
As informações prestadas pelo delegado na abertura da votação e a atualização divulgada ao fim do período integram o acompanhamento realizado pela Rádio Diplomata sobre o trabalho das instituições durante as eleições em Brusque e região.


