Segundo a publicação, a taxa de investimento público do município atingiu 19,4%, o que correspondeu a um montante de R$ 270 milhões aplicados somente em 2024. O cálculo do percentual considerou os investimentos liquidados em relação à receita corrente líquida do período. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Márcio da Paixão Rodrigues, o índice de Chapecó é superior ao de todas as capitais brasileiras, bem como à média do estado de Santa Catarina, que é de 8,5%, e à média nacional, de 7,9%. O Piauí, estado com maior taxa, registra 17,11%.
O secretário Márcio da Paixão Rodrigues avalia que a atuação da prefeitura tem sido um fator indutor para o desenvolvimento local. “Em Chapecó a Prefeitura tem sido indutora do desenvolvimento. Os investimentos públicos geram uma expectativa positiva no setor produtivo, que passa a confiar mais no desenvolvimento local e passa a investir mais. Com isso os investimentos do poder público acabam se multiplicando. Prova disso são os investimentos em construção civil, que passam de R$ 10 bilhões. Isso cria um ciclo de prosperidade”, disse o secretário. Essa sinergia, segundo ele, fortalece a economia e atrai mais capital privado para a cidade.
O prefeito João Rodrigues destacou que os aportes em infraestrutura visam suportar o crescimento da cidade e atrair novos negócios. “Nos últimos anos nós investimos em infraestrutura para 50 anos. Nós abrimos a avenida Getúlio Vargas, que estava interrompida, fazendo a ligação com a região Sul, construímos o Elevado da Bandeira, modernizamos a Arena Condá, entregamos novas escolas, novas unidades de saúde, reforçamos a Guarda Municipal e implantamos cerca de 200km de asfalto, inclusive no meio rural. No Parque da Efapi investimos cerca de R$ 60 milhões em novos pavilhões, que servem para feiras e eventos que movimentam a economia. Também modernizamos a Arena Condá. E o Autódromo Internacional, com a primeira pista asfaltada de Santa Catarina, será uma nova matriz econômica”, afirmou Rodrigues. A expectativa é que os novos aportes mantenham o patamar de investimento em 2026.
