Com o objetivo de auxiliar os consumidores no planejamento das compras de Páscoa, celebrada em 5 de abril, o Procon de Criciúma divulgou nesta quinta-feira (12) uma pesquisa comparativa de preços de ovos de chocolate em supermercados de Criciúma. O levantamento apontou variação média de 23,14% entre o menor e o maior preço dos produtos analisados.
A pesquisa avaliou 27 itens, com pesos entre 150 e 540 gramas, em seis estabelecimentos comerciais do município. Entre os produtos pesquisados, a maior diferença foi registrada no ovo Galak (170g), com variação de 46,60%. Na sequência aparecem os ovos Nestlé Clássicos (199g) e Prestígio (225g), ambos com diferença de 45,46% entre os supermercados.
Já os produtos com menor variação foram o Ferrero Rocher (225g), com 5,31%, e o Kinder (150g), que apresentou diferença de 5,78% nos preços.
Outro ponto observado pelos fiscais foi a ampliação da oferta de ovos de marcas menos tradicionais em alguns supermercados, com valores mais acessíveis. Em outros estabelecimentos, a variedade de determinadas marcas foi reduzida, priorizando produtos com maior volume de vendas.
Segundo o coordenador do Procon de Criciúma, Jefferson de Assunção, a pesquisa reforça a importância de comparar preços antes da compra. “Muitas vezes o mesmo produto apresenta diferenças consideráveis entre os estabelecimentos. O consumidor que pesquisa antes consegue economizar”, destaca.
A planilha completa com produtos, marcas, pesos e valores pode ser consultada no site do órgão.
O Procon de Criciúma disponibiliza atendimento presencial e online para orientação aos consumidores. Pelo site oficial, é possível tirar dúvidas, registrar denúncias, solicitar fiscalização e realizar atendimentos preliminares.
O órgão funciona na Rua Henrique Lage, nº 267, no Centro de Criciúma, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3445-8522 ou pelo site oficial do Procon.
Governo cria sala de monitoramento para conter impactos do conflito no Oriente Médio nos combustíveis
Negócio de Mulher anuncia Laine Valgas na edição de 2024
Forauto anuncia nova fase com padrão Ford Signature em Criciúma
PIB do Brasil cresceu 0,8% no primeiro trimestre de 2024, aponta IBGE
Criciúma Sustentável: economia com carros elétricos chega a R$ 140 mil durante primeiro mês
Dia das Mães: compras na internet exigem cuidados extras
Produção industrial cresce 0,9% em março, diz IBGE
O Ministério de Minas e Energia (MME) oficializou a criação de uma Sala de Monitoramento do Abastecimento para acompanhar, diariamente, o mercado nacional e internacional de combustíveis. A medida visa articular ações com órgãos reguladores e agentes do setor para garantir o fornecimento primário e a distribuição em todo o país.
A iniciativa intensifica a vigilância sobre as cadeias globais de suprimento e a logística nacional, monitorando de perto os preços dos derivados de petróleo. A movimentação ocorre em resposta à instabilidade no Oriente Médio, região que detém cerca de 60% das reservas globais de petróleo.
Em nota, o ministério informou que ampliou o diálogo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “O objetivo é identificar rapidamente eventuais riscos ao abastecimento e coordenar as medidas necessárias para preservar a segurança energética”, destacou a pasta.
Impacto no Brasil Apesar da crise internacional, especialistas apontam que a exposição direta do Brasil ao conflito ainda é limitada. O país é exportador de petróleo bruto e, embora importe derivados como o diesel, a dependência de fornecedores do Golfo Pérsico é considerada pequena no volume total consumido internamente.
Investigação de preços nas distribuidoras Paralelamente ao monitoramento do MME, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para investigar aumentos recentes nos preços dos combustíveis em quatro estados e no Distrito Federal.
O pedido de análise ocorre após sindicatos de postos na Bahia, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e DF relatarem que as distribuidoras elevaram os valores de venda. A justificativa das empresas seria a alta internacional do petróleo, embora a Petrobras ainda não tenha anunciado reajustes em suas refinarias.
Diante do cenário, a Senacon solicita que o Cade avalie possíveis práticas abusivas ou indícios de “conduta comercial combinada” entre concorrentes, o que configuraria prejuízo à livre concorrência e ao bolso do consumido
A Satc marcará presença no Empreende SC 2026 com uma programação própria de conteúdo. Durante os três dias do evento, de 18 a 20 de março, no AM Master Hall, o palco da instituição receberá palestras e talks voltados a empresários, gestores e profissionais interessados em inovação, gestão e desenvolvimento organizacional.
A proposta do Palco Satc é promover discussões sobre temas estratégicos que impactam diretamente o crescimento das empresas e a competitividade no mercado. Entre os assuntos que estarão em pauta estão o papel das pessoas como ativo estratégico das organizações, a aplicação prática da inteligência artificial nos negócios e o desenvolvimento de lideranças educadoras e servidoras dentro de empresas de tecnologia.
A programação também contará com cases empresariais e debates sobre setores importantes para a economia. Um dos destaques será a apresentação do case da Baly, considerada a maior produtora brasileira de energéticos, além de discussões sobre a cadeia produtiva de alimentos no painel “Do Campo à Indústria: Fertilizantes, Produção de Alimentos e Sustentabilidade”.
Outro tema que integra a agenda é a governança em empresas familiares, com a abordagem sobre a atuação de conselheiros profissionais e a apresentação de casos práticos. A comunicação estratégica nas organizações também será discutida em uma palestra sobre como a comunicação pode ser uma ferramenta direta para geração de negócios.
Segundo a gerente de Consultorias e PD&I do Centro Tecnológico Satc, Pâmela Milak, a iniciativa reforça a atuação da Satc no fortalecimento do ecossistema de inovação e no apoio ao desenvolvimento empresarial da região, conectando conhecimento, mercado e experiências práticas dentro de um dos principais eventos de empreendedorismo de Santa Catarina.
A programação completa do Palco Satc no Empreende SC será divulgada em breve nos canais oficiais de comunicação da instituição.
Após fechar 2025 com resultado negativo, região volta a registrar saldo positivo no mercado formal, impulsionado pela indústria e construção civil.
Depois de fechar mais de 5 mil vagas em dezembro e encerrar 2025 com o pior desempenho do período pós-pandemia, o mercado de trabalho formal no Sul de Santa Catarina voltou a registrar saldo positivo em janeiro, com a abertura de 1.353 vagas. O desempenho da mesorregião foi puxado principalmente pela indústria.
O setor industrial liderou a geração de empregos, com saldo positivo de 1.114 postos formais. Entre as atividades que mais contribuíram para o resultado estão o processamento industrial do fumo (242 vagas), a confecção de artigos do vestuário e acessórios (230), a fabricação de material plástico (196) e o abate e processamento de produtos de carne (86).
Outro segmento que apresentou resultado expressivo foi a construção civil, com a criação de 334 vagas. O principal destaque ficou para a construção de edifícios, responsável por 242 novos empregos com carteira assinada na mesorregião ao longo do mês.
“O desempenho dessas cadeias produtivas reforça a relevância da base industrial e do setor imobiliário para a dinâmica econômica regional. Esses segmentos foram determinantes para sustentar o resultado agregado da mesorregião”, avalia o economista Leonardo Alonso Rodrigues.
Também houve saldo positivo na agropecuária (57 vagas) e no setor de serviços (51). Já o comércio varejista registrou o principal impacto negativo no período, com saldo de -203 postos de trabalho.
“Esse resultado está associado ao desligamento de trabalhadores temporários contratados para atender à demanda adicional do fim de ano, movimento tradicionalmente observado nos primeiros meses do exercício”, explica o economista Alison Fuza.
Para Rodrigues, o início de 2026 mostra um cenário de movimentos distintos no mercado de trabalho da região.
“Podemos dizer que o mercado formal no Sul catarinense começou o ano refletindo fatores sazonais — especialmente no comércio após as festas — e, ao mesmo tempo, a continuidade do desempenho positivo de setores estruturais, como indústria e construção. Esse comportamento evidencia a combinação entre ajustes típicos de início de ano e a resiliência de atividades com maior peso produtivo”, destaca.
Os dados fazem parte do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A análise integra o Boletim do Emprego Formal, elaborado pela Associação Empresarial de Criciúma, disponível para consulta no site oficial da entidade.
Apesar do resultado positivo, especialistas alertam que a análise de um único mês não permite consolidar uma tendência para o mercado de trabalho ao longo do ano.
“O ambiente macroeconômico de 2026 permanece desafiador, marcado por taxas de juros elevadas, incertezas fiscais no cenário doméstico e tensões geopolíticas no cenário internacional. Esses fatores podem influenciar o ritmo de contratações nos próximos trimestres”, pontua Fuza.
Edital Cultura Criciúma: assinatura de contratos ocorre nesta quinta-feira
Edital de Inovação Unesc dará fomento financeiro para projetos da região
Confira os eleitos para o legislativo de Içara
Imagens da madrugada de crimes e pânico em Criciúma
Confirmados os nove vereadores da nova Câmara do Rincão
