Os professores da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc) rejeitaram, na noite desta sexta-feira, dia 8, a nova proposta salarial apresentada pela direção da instituição. A decisão foi tomada durante assembleia realizada no Sindicato dos Trabalhadores Ceramistas, em Criciúma.

A proposta previa reajuste de 6,36% sobre os salários. Atualmente, os professores recebem R$ 3.133,62 para uma carga horária de 40 horas semanais. A primeira oferta apresentada pela Afasc havia sido de 5,36%, rejeitada pela categoria no último dia 27 de abril.

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Conforme o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino da Região Sul de Santa Catarina (Steersesc), cerca de 350 professores participaram da assembleia. A principal reivindicação da categoria segue sendo o pagamento do piso nacional do magistério.

A Afasc (Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma) atende atualmente quase 6 mil alunos. Essas crianças têm idades compreendidas entre 3 meses e 5 anos e 11 meses, distribuídas em 40 Centros de Educação Infantil (CEIs) por diversos bairros de Criciúma.

Sem acordo entre as partes, a greve dos professores deve começar na próxima terça-feira, dia 12.

A Campanha segue até o dia 5 de junho e todas as pessoas dos grupos prioritários, que ainda não tomaram a vacina, têm até esta data limite para se imunizar.

As inscrições estão abertas e vão até o dia 21 de outubro.

As contas educacionais já foram geradas e organizadas para o acesso de forma rápida.