A família de Angela Moraes Rodrigues, de 40 anos, busca respostas após a morte dela, na última segunda-feira (20), horas depois de ser liberada da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Forquilhinha, em São José, na Grande Florianópolis, após buscar atendimento devido a dores abdominais e os médicos de plantão afirmarem que não era um caso grave. Conforme o atestado de óbito, ela morreu devido a uma hemorragia interna. A Prefeitura de São José afirma que “seguiu os protocolos clínicos adequados às queixas por ela apresentadas”.