Santa Catarina confirmou, na tarde desta segunda-feira (24), a primeira morte por Febre do Nilo Ocidental da história do estado, conforme a Secretaria Estadual da Saúde. A vítima foi uma mulher de 77 anos.
O caso dela e de outro paciente, de 56 anos, que teve alta, foram os primeiros registros da doença na história de Santa Catarina, conforme o superintendente de Vigilância em Saúde de Santa Catarina, Fábio Gaudenzi.
🔎A Febre do Nilo Ocidental é uma doença febril aguda causada por um vírus que é transmitido principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex, como pernilongo ou muriçoca.
A paciente morreu em 8 de agosto em Imbituba, no Sul do estado. De acordo com a secretaria, é raro o óbito por essa doença.
Veja o que se sabe dos casos no país; maioria das infecções não causa sintomas
Além dessa mulher, um homem de 56 anos de Caçador, no Oeste, também teve a doença, mas já recebeu alta.
A secretaria informou que ambos os quadros apresentaram manifestações neurológicas (leia mais sobre os sintomas abaixo) e seguem sob investigação epidemiológica contínua para mapear com precisão os prováveis locais de infecção e detalhar a relação entre a circulação do vírus e as manifestações clínicas registradas.
Em todo o Brasil, foram confirmados quatro casos da doença em 2026, com mais um caso provável, conforme o Ministério da Saúde:
dois em Santa Catarina;dois em São Paulo;um caso provável no Piauí.
%2Fhttp%3A%2F%2Fs.glbimg.com%2Fjo%2Fg1%2Ff%2Foriginal%2F2016%2F01%2F26%2Fculexnil_1.jpg&w=3840&q=75)

