Alan Alves Moreira08 de julho de 202659 visualizaçõesREPORTAGEM ESPECIAL | Por Editoria de Segurança e Comunidades

Apesar de ostentar índices de segurança pública urbana que servem de referência positiva para o restante do país, Santa Catarina enfrenta uma realidade preocupante que afeta diretamente o cotidiano das famílias e o setor produtivo: a vulnerabilidade logística e patrimonial. Os desafios migraram para as estradas, que registram altos índices de acidentes, e para as áreas rurais e comerciais, onde produtores e lojistas demandam garantias sólidas de proteção ao fruto de seu trabalho.

Diante desse cenário, a defesa da segurança física e da estabilidade jurídica é o pilar central das ações de Alan Alves Moreira. Ele defende que a tranquilidade para viver, trafegar e empreender é um direito fundamental que precisa ser assegurado com firmeza em Brasília.

A Realidade no Planalto Norte: Preocupações em São Bento do Sul e Papanduva

No Planalto Norte catarinense, os impactos da falta de investimentos estruturais e de um policiamento preventivo mais robusto nas divisas e rodovias repercutem diretamente na rotina das comunidades.

O Perigo das Linhas de Transporte em São Bento do Sul: Como um polo industrial com intenso fluxo diário de mercadorias e trabalhadores, São Bento do Sul depende diretamente de rodovias seguras. A falta de duplicações e de sinalização adequada em rodovias que cortam a região, como a SC-418 e a BR-280, transforma o deslocamento diário de operários e o frete de móveis em uma atividade de alto risco, marcada pelo medo constante de acidentes graves.

Segurança Patrimonial e Rural em Papanduva: Em municípios com forte atividade agrícola, como Papanduva, a grande preocupação dos produtores gira em torno da segurança patrimonial no campo. O investimento em maquinários e insumos agrícolas exige garantias de proteção contra furtos e roubos em propriedades isoladas. O homem do campo necessita de patrulhamento rural eficiente e de apoio tecnológico para proteger suas terras e suas famílias.

"A segurança não pode existir apenas nos centros das grandes cidades. O trabalhador de São Bento do Sul que pega a estrada e o agricultor de Papanduva que cuida da sua lavoura precisam ter a certeza de que voltarão para casa em segurança e de que seus bens estão protegidos pela lei. Segurança é a base da ordem", destaca Alan Alves Moreira.

O Cenário Estadual: Gargalos na Malha Viária e no Campo

A situação identificada no Planalto Norte reflete um panorama estadual desafiador. Santa Catarina concentra alguns dos trechos com maior número de acidentes e colisões em rodovias federais do Brasil, especialmente na BR-101 (no trecho que corta o Litoral Norte e a região metropolitana) e na BR-470. A falta de acostamentos adequados, passarelas, terceiras faixas e iluminação adequada ceifa vidas e gera prejuízos milionários ao setor de transportes anualmente.

Além da segurança viária, empresários e produtores rurais de todo o estado cobram maior segurança jurídica. Mudanças frequentes em regulamentações fiscais e fiscalizações que adotam posturas excessivamente punitivas — em vez de orientadoras — geram um ambiente de incerteza, inibindo novos investimentos e a geração de empregos.

A Proposta: Rigor na Proteção e Fortalecimento Estrutural

Para combater esses gargalos e restabelecer um ambiente seguro e previsível em Santa Catarina, a plataforma de Alan Alves Moreira propõe a articulação de medidas estratégicas no Congresso Nacional:

Investimento Massivo em Engenharia Viária: Destinação de verbas federais carimbadas para a correção de trechos críticos, instalação de passarelas, iluminação e duplicações urgentes nas BRs catarinenses, visando salvar vidas e dar fluidez ao trânsito.

Apoio ao Policiamento e Tecnologia Rural: Articulação de recursos federais para o fortalecimento da segurança pública integrada, incentivando programas de videomonitoramento, patrulhas rurais e tecnologia de ponta para proteger propriedades e comércios.

Garantia de Estabilidade Jurídica: Defesa de leis federais claras e duradouras que protejam o direito à propriedade e garantam que as regras do jogo econômico não mudem de forma abrupta, permitindo que quem produz trabalhe em paz.

Garantir um ambiente seguro e ordenado nas estradas e nas propriedades é essencial para que o cidadão catarinense tenha o respaldo necessário para prosperar com autonomia, protegendo o seu tempo, preservando vidas e impulsionando a liberdade econômica.