Sócio da Coastal Protection Engineering LLC, empresa com sede na Flórida especializada em engorda de praias, estruturas, marinas e canais de navegação, Benedet relatou que nos EUA o processo é “bem previsível e com caminho claro”, que garante segurança jurídica aos investidores. “Não existe contestação de competências”, disse.

Ele destacou que o processo de engorda “não é permanente, exige manutenção e tem vida útil pré-determinada” e lembrou que, em Florianópolis, as obras são criticadas injustamente quando a areia “vai embora”. Além disso, pontuou que no Brasil, ao contrário dos EUA, não há um programa definido que trate do combate à erosão e de projetos de alargamento das faixas de areia. “Cada projeto recomeça do zero” aqui, afirmou, Benedet, que defendeu que “a costa deve ser vista como ativo prioritário em Santa Catarina e Florianópolis”.