A suinocultura catarinense atravessa um momento crítico, acumulando um prejuízo médio de R$ 120 por animal. A combinação de preços de venda inferiores ao custo de produção, somada a um excesso de oferta no mercado, tem gerado uma margem negativa que impacta diretamente os produtores.
Diante desse cenário desfavorável, o setor tem intensificado a cobrança por um ajuste produtivo, buscando equilibrar a oferta e a demanda para reverter o quadro de perdas. A situação exige ações conjuntas e estratégicas para garantir a sustentabilidade da atividade que é relevante para a economia do estado.
Em meio a essas preocupações, a cidade de Chapecó tem sediado discussões importantes sobre o futuro da suinocultura. Debates focados em inovação tecnológica, aprimoramento da gestão das propriedades e a visão de longo prazo para o setor têm sido pauta central nos encontros e eventos realizados na região.
Essas discussões visam encontrar caminhos para superar os desafios atuais e fortalecer a cadeia produtiva da carne suína em Santa Catarina, buscando soluções que passem desde a otimização dos processos de criação até a busca por novos mercados e a valorização do produto final.


