
Se o turismo quiser entrar na eleição precisará ser explícito, por Vinícius Lummertz
O Brasil se aproxima de mais uma eleição geral, com a escolha de presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, e o turismo e viagens segue fora do centro do debate. Não por falta de relevância ou de escala econômica, mas por ausência de organização e, sobretudo, por um erro recorrente: o turismo no Brasil ainda é tratado como consequência, implícito, quando deveria ser assumido como estratégia explícita.









